quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Dorys dá palestra na ARTEFACTO-RJ 23/10/2007

DORYS com o arq. Eduardo Rocha (Dede)

PALESTRA






Capa do livro "Cimento, Batom e Pérolas"




Texto de Mina Carakushansky

Hoje ainda pareço estar inebriada pelo seu sucesso de ontem. Achei tudo PERFEITO! Você estava translumbrante (meu neologismo que significa muito mais do que deslumbrante), o seu vestido cinza, o seu colar de pérolas, o seu batom, enfim, luxuosa (como aprendi no seu livro), feliz, chiquesima! Dorys, o seu livro é EXCELENTE. Se eu fosse arquiteta teria desejado escrever um livro assim. Ele é informativo, agradável, leve, inteligente. Ontem não fui dormir ate acabar de ler o livro todo. Alem disso, você foi muito feliz com a edição, a capa, a impressão. Olha, o livro e o seu lançamento fazem jus ao que você representa como ser humano bom e maravilhoso.Você realmente é demais!!Mil parabéns!!! Mil beijos. (Mina Carakushansky - 31/08/2007)

Comentários sobre o livro "Cimento, Batom e Pérolas"

Se você é estudante de ensino médio e está pensando em fazer faculdade de Arquitetura não decida nada sem antes ler o belíssimo livro "CIMENTO, BATOM E PÉROLAS - Quem tem medo de Arquiteto?" de Dorys Daher (2007, editora 7 Letras, com ilustrações de Eduardo Rocha).Estive no Rio de Janeiro, na semana passada, e comprei o livro por acaso. Apenas por se tratar de um trabalho sobre o dia-a-dia de arquitetos. O tema me interessou.Tive uma surpresa muito agradável. Trata-se de um trabalho belíssimo.Além de um acabamento gráfico de primeira qualidade, o texto é, certamente, o melhor trabalho que eu vi até agora sobre o que é ser arquiteto e como é o dia-a-dia do profissional.Dorys Daher (a quem eu não tive ainda o prazer de conhecer) escreve com a leveza de uma ginasta, porém com a precisão de um lutador de Jiu Jitsu. Fala das relações nem sempre tranquilas e harmoniosas entre clientes e profissionais apontando efeitos e causas.Não deixa pedra sobre pedra quando descreve os perfis mais comuns de clientes; ataca o mito de que Arquitetura é fescura de endinheirados; mostra o espaço do arquiteto no processo de construção e analisa as principais objeções dos clientes durante o trabalho do arquiteto (inclusive as objeções ligadas à questão dos custos);Fala dos mitos do luxo, do kitsch (tipo pinguins de geladeira) e do medo que as pessoas têm de errar. Além de dedicar alguns capítulos sobre sobre reformas, tanto de espaços comerciais como residenciais.Todo o livro é permeado de reflexões sobre a atividade profissional do arquiteto. Seus problemas, suas angústias, suas frustrações... mas também suas alegrias, orgulhos, satisfações e até o extase da criação ou da transformação do mundo (do mundo de cada cliente individualmente até a transformação do mundo mesmo! Num conceito mais amplo).Trata-se de uma arquiteta apaixonada. Respira arquitetura. Vive arquitetura 24 horas por dia. O Brasil precisa de gente assim.Para privilégio nosso, ela preocupa-se em transmitir essa paixão para seus colegas arquitetos. Seu livro deve ser encarado como uma ferramenta de reflexão para todos os profissionais que podem ter, a partir dele, uma visão mais clara, bonita e otimista sobre o seu trabalho.
(Ênio Padilha - Eng°, consultor e palestrante 27/10/2007 )

É sempre bom ver manifestações deste tipo, em que o(s) autor(es) relata(m) o nosso dia-a-dia. Parabéns ao Ênio pela sensibilidade e parabéns ainda maiores para a autora, Dorys Daher, que, quem sabe não gostaria de visitar Belém e nos promover uma palestra?No mais, gostaria de adquirir o livro para consumo próprio e para presentear minha irmã, que é arquiteta.Muito obrigado e até a próxima!
(José Rodrigo Santana Pinho - Eng° Civil M. Sc. - Belém - 31/10/2007)

domingo, 14 de outubro de 2007

Bate Papo na Artefacto


Oi Queridos Amigos e Amigas...
Sei que a maioria de voces já foi ao lançamento do meu livro na livraria Arteflex Unibanco...o que me trouxe muita alegria!
A Artefato, em parceria com o Casa Shopping e Senac, vai oferecer uma noite de autógrafos com coquetel e debate sobre o meu livro: CIMENTO, BATOM E PÉROLAS, Quem Tem Medo de Arquiteto?
Quem quiser aparecer novamente e convidar seus amigos e parentes... me dará muito prazer!

SOBRE O LIVRO CIMENTO, BATOM E PÉROLAS

"Cimento, Batom & Pérolas" foi escrito para os consumidores das dezenas de títulos nacionais e importados que lotam as bancas de jornaleiros e prateleiras de livrarias. É um público que receberá, curioso e interessado, as reflexões da autora sobre o advento do futuro, já tão presente nas nossas ex-salas de visita, metamorfoseadas, hoje, em centros privados de lazer. Foi pensado, também, para atingir estudantese recém formados das Faculdades de Arquitetura, que chegam ao mercado de trabalho sem a vivência necessária para relacionar-se com o cliente, compreendendo suas necessidades, seu mundo, suas idéias. Dorys Daher atravessa o terreno minado das negociações do projeto com graça e leveza. A arquiteta compartilha com os leitores seu saber acumulado ao longo do tempo, conscientede seu papel como profissional da matéria. As difíceis questões em torno do dinheiro, o medo de errar e ser visto como cafona, as sutilezas na elaboração do projeto para uma mulher, os diversos perfis de clientes, as razões pelas quais se deve chamar um arquiteto na hora de construir ou reformar sua casa, os preconceitos efantasias sobre o profissional da Arquitetura, todos esses temas, por mais complexos e delicados que sejam, vão sendo abordados por Dorys Daher com objetividade. “Quando Dinheiro é oProblema”, “Pingüins de geladeira: O Medo de Errar”, “O Espaço em que Vivemos”, “Cliente e Arquiteto: os dois lados da moeda”, “Reformas: Sonho ou Pesadelo” ou“Exigências da Rainha do Lar” são capítulos que resumem e respondem perguntas recorrentesna relação cliente-arquiteto. Quanto custa um projeto? O arquiteto vai inflacionar meu orçamento? Contratar um arquiteto é “frescura” de gente rica? Um arquiteto vai impor suas idéias e elaborar um projeto que não tema minha cara? Tenho medo de ser chamado de cafona. O arquiteto pode ajudar? Como são osclientes? Por que as reformas são tão complicadas? Não contrato arquiteto, porque me sintocomo se fosse uma arquiteta! Dorys Daher mergulha na alma humana e de lá emerge para escrever um livro cheio de ternura que, muito além do jardim e dos alicerces de cimento, nos leva a um universo de emoções queesboçam perspectivas de esperança na construção da própria vida.